PERCEPÇÕES TEMPORAIS E PRAZER E SOFRIMENTO NA PÓS-GRADUAÇÃO: COM A PALAVRA OS DISCENTES

Silas Dias Mendes Costa, Samara de Menezes Lara, Adriana Ventola Marra

Resumo


Este artigo objetiva compreender as percepções sobre o tempo e suas relações com o prazer-sofrimento a partir da perspectiva de estudantes de mestrado em Administração de uma Universidade Federal. Foi utilizado o eixo teórico das dimensões temporais e da psicodinâmica do trabalho. O estudo teve abordagem qualitativa e descritiva, com a realização de treze entrevistas semiestruturadas, analisadas por análise de conteúdo categorial. Os resultados indicam que a policronicidade e a monocronicidade não dependem de preferências, podendo associar-se ao zelo no trabalho; velocidade e pontualidade. A profundidade temporal e o arrastamento podem estar condicionados à busca por reconhecimento. Os sentimentos de prazer e sofrimento são desencadeados pela experiência da falta de tempo e pela discrepância entre o prescrito e o real do trabalho.

DOI: 10.53706/gep.v.24.7992


Palavras-chave


Tempo; Prazer; Sofrimento; Pós-graduação

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Gestão & Planejamento (G&P). ISSN ISSN: 2178-8030