HOMEM, SONHOS E O TRABALHO – REFLEXÕES SOBRE UM FUTURO PRÓXIMO

Ricardo Pereira de Freitas Guimarães

Resumo


O homem seja pela perspectiva do criacionismo ou do evolucionismo sempre teve um relacionamento necessário e direto com o trabalho. Num primeiro momento, trabalhar tinha um significado mais latente em relação a própria necessidade de sobrevivência (homem enquanto caçador-coletor). Em momento posterior, após às primeiras conquistas territoriais de além mar, o humano percebeu que seu domínio poderia ultrapassar a barreira dos animais e plantas, ou seja, observando as abissais diferenças culturais e do próprio conhecimento entre os conquistadores e os conquistados (humanos nos continentes), passou a exercer o domínio sobre o próprio homem, momento em que vivenciamos a pior das relações “humanas”, a relação de fidalguia e escravidão. Aqui, o domínio do humano através do açoite, dos escambos enganosos criou a insaciável vontade da competição plena pelo ter mais. Instalaram-se ainda, em diversas partes do mundo, regimes de viés político e até filosófico que também se apropriaram do humano e de sua força de trabalho – quando não da sua própria vida – como o regime comunista que se caracteriza pela obediência a um partido ou a um sindicato (representados por Marx, Stalin e Trótski), e ainda, o fascismo de Mussolini que se caracterizou pela valorização da raça e da nação em detrimento do humano e suas vontades individualmente avaliadas. Ambos regimes, claramente fracassados, tinham na forma ditatorial de um a ideia do todo, buscando num único líder e ditador um suposto sentido para o desenvolvimento e a igualdade, o que evidentemente sempre foi uma aldrabice.

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ISSN 1808-4435