QUEM POUCO ABARCA MENOS SEGURA? UM ESTUDO SOBRE OS DÍGITOS FINAIS DOS PREÇOS DE VENDA NO VAREJO DE SALVADOR, BAHIA

Murilo Almeida Santos, Anna Luísa Abreu Netto, Marta Maria Cunha Carneiro, Adriano Leal Bruni

Resumo


A crença de que a formação de preços “psicológicos” seria eficiente no aumento das vendas e na geração de lucros, poderia ser traduzido nas três hipóteses do presente trabalho: Ha) o varejo utiliza os preços psicológicos para alcançar maiores ganhos, Hb) o tamanho do varejista reflete na frequência de uso dos preços psicológicos e Hc) a comunicação e a promoção intensificam o uso dos preços psicológicos.  Foram analisados os preços em canais varejistas de alimentos na cidade de Salvador, Bahia, entre agosto e setembro de 2015 por meio da abordagem em lojas com mais de dez checkouts, (redes de supermercados) e outras duas lojas de bairro (um checkout). Foi feita uma análise das frequências dos preços em pequenos e grandes varejistas e suas eventuais diferenças entre preços de lojas e encartes promocionais. Os resultados demonstraram que a prática de preços psicológicos é utilizada e todas as hipóteses foram aceitas.

DOI: 10.21714/2178-8030gep.v.21.4943


Palavras-chave


Preço psicológico; Precificação; Preço no varejo

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