MINORITY STRESS: DOES SEXUAL ORIENTATION REALLY MATTER ?

Alcides Barrichello, Andréa Leite Rodrigues, Karen Florindo Baltazar

Resumo


O objetivo deste estudo foi comparar o grau de estresse no trabalho vivenciado por homens heterossexuais e não heterossexuais. Para isso foi realizada pesquisa com 225 funcionários executivos, homens, brancos, de diferentes empresas. A orientação sexual foi autodeclarada, o que tornou possível isolar dois grupos de respondentes: 104 deles definiram sua orientação como heterossexual e 121 como não heterossexual.  Uma escala de estresse no trabalho foi aplicada. Os resultados indicaram não haver diferença estatisticamente significante entre o estresse no trabalho vivenciado pelos dois grupos. A análise desenvolvida indicou que para grupos similares ao da amostra usada, ser heterossexual ou não heterossexual não é suficiente para determinar o grau de stress que alguém pode sofrer.

DOI: 10.21714/2178-8030gep.v.21.6194


Palavras-chave


Estresse de minorias; Estresse no trabalho; Orientação sexual; Discriminação por orientação sexual

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