(IN)ADEQUAÇÃO NORMATIVA NA DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E TECIDOS POST MORTEM: DA VONTADE DO POTENCIAL DOADOR ANTE A FAMILIAR
Resumo
A doação de órgãos e tecidos post mortem representa um divisor de águas no
âmbito da biotecnociência e de reflexos jurídicos importantes na contemporaneidade O
presente artigo tem como finalidade discutir de que modo se dá a priorização da vontade
familiar em desprestígio do propósito manifestado pelo potencial doador, e em que medida
estariam diretrizes legais em desalinho a preceitos constitucionais como o princípio da
dignidade da pessoa humana expressa através do exercício da autonomia. Debater essas
nuances situa-se, dentre outros aspectos, compreender quais elementos podem compor a
tomada de decisão, sua relação com o quantitativo de órgãos transplantados e o impacto à
sobrevida ou bem-estar do receptor.
âmbito da biotecnociência e de reflexos jurídicos importantes na contemporaneidade O
presente artigo tem como finalidade discutir de que modo se dá a priorização da vontade
familiar em desprestígio do propósito manifestado pelo potencial doador, e em que medida
estariam diretrizes legais em desalinho a preceitos constitucionais como o princípio da
dignidade da pessoa humana expressa através do exercício da autonomia. Debater essas
nuances situa-se, dentre outros aspectos, compreender quais elementos podem compor a
tomada de decisão, sua relação com o quantitativo de órgãos transplantados e o impacto à
sobrevida ou bem-estar do receptor.
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ISSN 1808-4435