O DIREITO AO RECONHECIMENTO EM WICKED
Resumo
O presente artigo tem como objetivo examinar o direito ao reconhecimento dos animais no
universo fictício de Wicked e o direito da protagonista, Elphaba, de tomar parte das relações
sociais como uma igual, comprometido ao longo de sua vida em razão do seu comportamento
crítico destoante do dominante e do preconceito que enfrenta pelo seu tom de pele verde e
dons mágicos excepcionais incompreendidos por muitos. Nesse passo, analisa-se a cruzada
de desinformação do comando de Oz, estimulando o preconceito e a discriminação de um
grupo de indivíduos, enfatizando-se a censura e manipulação da verdade para justificação de
atos imorais. Trabalha-se como os animais e Elphaba são despidos de sua individualidade e
tidos como descartáveis para o reino, utilizando do pensamento de Robin West sobre a
indispensabilidade da equidade, isenção e consistência unidas a ética do cuidado para formar
uma justiça realmente justa. Desenvolve-se, ainda, como o Estado planeja fomentar
desigualdade dentre seus habitantes para se perpetuar no poder, mostrando como a história
pode ser lida sob a ótica feminista, conforme as abordagens epistemológicas e métodos
legais feministas descritos por Katherine Bartlett.
universo fictício de Wicked e o direito da protagonista, Elphaba, de tomar parte das relações
sociais como uma igual, comprometido ao longo de sua vida em razão do seu comportamento
crítico destoante do dominante e do preconceito que enfrenta pelo seu tom de pele verde e
dons mágicos excepcionais incompreendidos por muitos. Nesse passo, analisa-se a cruzada
de desinformação do comando de Oz, estimulando o preconceito e a discriminação de um
grupo de indivíduos, enfatizando-se a censura e manipulação da verdade para justificação de
atos imorais. Trabalha-se como os animais e Elphaba são despidos de sua individualidade e
tidos como descartáveis para o reino, utilizando do pensamento de Robin West sobre a
indispensabilidade da equidade, isenção e consistência unidas a ética do cuidado para formar
uma justiça realmente justa. Desenvolve-se, ainda, como o Estado planeja fomentar
desigualdade dentre seus habitantes para se perpetuar no poder, mostrando como a história
pode ser lida sob a ótica feminista, conforme as abordagens epistemológicas e métodos
legais feministas descritos por Katherine Bartlett.
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ISSN 1808-4435