ÉTICA DA ALTERIDADE E RESPEITO À AUTONOMIA NA RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE.

Lauricio Alves Carvalho Pedrosa

Resumo


A relação médico-paciente sofreu profundas transformações nas últimas décadas, sobretudo por conta da necessidade de se impor limites à atuação desses profissionais. Reconheceu-se o dever de se respeitar a autonomia do paciente. Entretanto, atualmente ainda se verifica uma postura paternalista e de desrespeito às diferenças culturais existentes entre os enfermos e os responsáveis por sua cura. O surgimento do biopoder reforçou essa atitude paternalista dos referidos profissionais. Diante desse quadro, propõe-se o desenvolvimento de uma ética da alteridade como critério valorativo adequado ao respeito à autonomia do paciente, em especial para que este possa decidir a quais intervenções aceita se submeter.

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ISSN 1808-4435